Publié par : manuelsds | 18 juin 2011

Mais pressões em Coimbra sobre trabalhadores da PT (CRH)

Sábado, 18 de Junho de 2011

Mais pressões em Coimbra sobre trabalhadores da PT (CRH)

Devido ao plenário de trabalhadores realizado na 5a feira pelo SINTTAV nas instalações da PT em Coimbra, surgiu uma nova onda de pressão sobre os trabalhadores, desta vez, para que estes não participassem na reunião. A pressão partiu de parte de responsáveis da empresa. Entretanto, a PT Comunicações, continua a colocar-se de fora, de forma a não se responsabilizar directamente por aqueles que de facto são seus trabalhadores. Mais, a PT não garante a total liberdade de expressão e organização dentro das suas instalações em Coimbra.
Os Precários Inflexíveis estão solidários com os trabalhadores da PT de Coimbra por intermédio da CRH, e com a ajuda solidária das advogadas que connosco colaboram, disponibilizam alguma informação de suporte a todos os trablhadores, a prazo ou efectivos, da PT(CRH) Coimbra. Não dispensando sempre a criação de processos de diálogo colectivo entre os colegas de Coimbra, o sindicato (SINTTAV) e também, o movimento Precários Inflexíveis sempre que necessário.
Publicada por Precários Inflexíveis em 14:53

1 comentários:

Anónimo disse…
Trabalhador de call-center sofre. Começa logo pela formação, quase sempre medíocre; sem material de «estudo». É assim, do nada, «sem rede», para «aprender melhor», dizem as formadoras para a TMN.A ginástica mental que um tipo tem de ter para chegar ao trabalho, e ver todos os dias se os procedimentos mudaram, e se sim, adaptar-se mais uma vez ao que os Lords querem.

Tempo-Team andava a «oferecer» formação dois meses para a TMN. Mas o primeiro dinheiro só seria visto no terceiro mês, que coincidia com o primeiro de trabalho. Ou seja, podias estar dois meses em formação (sala e on-job), ser mandado embora, e nada veres, pois só após esses dois meses, com o primeiro mês «real» de trabalho, é que verias o dinheiro dos dois meses de formação.

Javardos de merda. Anda a malta a estudar, tirar um curso, ter melhores habilitações que os nossos pais, a ter que se sujeitar a «não-empregos»; situações sem futuro algum. Mas operador de call-center é profissão, por acaso? É futuro que se queira?

Se varredor de ruas consegue ser mais estimulante que ser operador de call-center. Ao menos não se está fechado numa «box» e respira-se ar «puro».

Infelizmente, mais tarde ou mais cedo, todos acabamos num call-center / registo de dados. Nem que seja numa formação, onde, quase sempre, a cada dia que passa, alguém desiste. E com razão. Trabalhar num call é uma autêntica merda.

18 de Junho de 2011 15:28

Sexta-feira, 17 de Junho de 2011

Pressões após plenário de trabalhadores convocado pelo SINTTAV

Devido ao plenário de trabalhadores realizado ontem pelo SINTTAV nas instalações da PT, como é de lei, alguns colegas trabalhadores sofreram pressões da parte de responsáveis devido à sua participação nessa mesma reunião. Parece-nos que nesta situação tão difícil para a maioria dos trabalhadores, é inalienável a garantia da total liberdade de expressão e organização dentro da empresa, PT.
Os colegas e trabalhadores precisam de poder falar e organizar-se no seio do seu local de trabalho para encontrarem pontos comuns e poderem da melhor forma defender os seus postos de trabalho de forma a continuarem a trabalhar e a produzir.
Assim, deixamos aqui algumas informações que podem ser úteis para os trabalhadores. Informações estas obtidas por apoio voluntário e solidário das advogadas que apoiam o movimento Precários Inflexíveis:
  • Os trabalhadores que pretendem participar no plenário devem informar a entidade patronal com 5 dias de antecedência ou assim que souberam da data e hora agendadas para o plenário no caso de não ser possível antecipar a ausência do trabalho (art. 253.º do Código do Trabalho).
  • Devem pedir ao plenário/sindicato uma justificação ou declaração em como estiveram presentes no plenário.
  • Se a autorização for concedida pela entidade patronal a falta era justificada sem perda de retribuição.
  • Se a falta não for autorizada os trabalhadores podem pedir a substituição da perda de retribuição por renúncia a dias de férias ou por compensação de horas (art. 257.º do Código do Trabalho). (sendo que neste caso a entidade patronal demonstra claramente que estará contra a organização de trabalhadores).
  • Se a falta pode ser considerada injustificada o valor será descontado.Com excepção para os trabalhadores eleitos de estruturas de representação colectiva cuja falta é justificada (art. 249.º, n.º 2, al. g) e sem perda de retribuição.
  • Se os trabalhadores estiverem em regime de prestação de serviços (recibos verdes) não poderá ser descontado qualquer valor pois o pagamento é indexado ao serviço e não ao horário, sendo que o horário é decidido pelo próprio trabalhadore independente.
Estas informações não devem impedir os trabalhadores de se informar, com os colegas, trocando opiniões e procurar apoio jurídico, nomeadamente junto do seu sindicato – SINTTAV. As posições colectivas são sempre a melhor forma de defender os direitos de cada trabalhador, contra a chantagem e isolamento. Para isso, está criado um e-mail que serve de ponto de contacto entre trabalhadores:
Poderão ainda, contactar o movimento de trabalhadores precários – Precários Inflexíveis – que se solidarizou com os trabalhadores da PT Coimbra através de mail – precariosinflexiveis@gmail.com – ou telemóvel 925 335 549.

Publicada por Grupo de Trabalhadores da PT em Coimbra em 07:33 0 comentários

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