Publié par : manuelsds | 9 mai 2011

Precários Inflexíveis: Bruto da Costa (Presidente da Comissão Justiça e Paz): « Tributação dos rendimentos do capital, podia salvar o Estado Social »

Les revenus du capital doivent aider au financement de la sécurité social au Portugal aussi.

Precários Inflexíveis: Bruto da Costa (Presidente da Comissão Justiça e Paz): « Tributação dos rendimentos do capital, podia salvar o Estado Social ».

Segunda-feira, 9 de Maio de 2011

Bruto da Costa (Presidente da Comissão Justiça e Paz): « Tributação dos rendimentos do capital, podia salvar o Estado Social »

Bruto da Costa
João Duque, professor catedrático, homem próximo do PSD e presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), afirma que a ruptura da Segurança Social é praticamente inevitável em 2028 e que o financiamento do sistema é inviável. Pelo contário, o presidente da Comissão Justiça e Paz, Bruto da Costa, revolta-se quando lhe apontam os seguros privados como a única saída para uma velhice digna. “Quando se diz que, além da Segurança Social, hoje cada um tem que poupar para ter um seguro privado, eu pergunto: porque é que em vez da poupança não há-de ser um aumento da contribuição para a Segurança Social?”.

A Segurança Social é um alvo muito apetecível para o capital e para os homens do poder em Portugal. Os fundos da Segurança Social « são cerca de 5.280 milhões de euros de um património total que no final do ano passado valia 9.600 milhões de euros, segundo dados avançados ao i pelo presidente do Instituto de Gestão do Fundo de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS). »  Em 2011, prevê-se que « a Segurança Social atinja um saldo positivo de cerca de 535,1 milhões de euros ».
  
Para João Duque, ideológo liberal de direita, a chantagem é a forma de diminuir a responsabilidade e a função da Segurança Social: “Podemos prolongar a vida activa das pessoas. Outra alternativa é as pessoas descontarem mais. E a terceira alternativa é cortar benefícios”. Afirma que “Individualmente, aquilo que devíamos fazer todos era poupar, poupar, poupar”. João Duque, apesar de professor catedrático, não saberá que o salário médio em Portugal ronda os 700€, e o mínimo nacional 485€.Já o presidente da Comissão Justiça e Paz, Bruto da Costa, aponta com clareza o caminho de mais justiça social. Ampliar a base contributiva de quem tem mais, e financiar a Segurança Social de outras formas, nomeadamente « um alargamento do número de contribuintes e à tributação dos rendimentos do capital, podia salvar o Estado Social. »

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